Curiosidades

O significado de alguns nomes de carros…

Posted on 11/04/2009. Filed under: Curiosidades |

Apollo (Volkswagen): deus grego, que nas mitologias grega, romana e etrusca, foi identificado como o deus do sol.

Bora (Volkswagen): nome de um vento que sopra no sul do Mar Adriático.

Brasília (Volkswagen): capital do Brasil.

Celta (Chevrolet): são povos, divididos em diversas tribos, que se espalharam pelo noroeste da Europa no século VI antes de Cristo.

Chevette (Chevrolet): pequeno Chevy, ou pequeno Chevrolet.

Clio (Renault): é a musa da história e da criatividade, aquela que divulga e celebra as realizações.

Corcel (Ford): raça de cavalo de corridas.

Corsa (Chevrolet): corrida em italiano, porém o nosso dicionário diz ser um veículo para transporte de passageiros, desprovido de rodas e puxado por homens ou animais.

Courier (Ford): entregador de mensagens, mensageiro.

Del Rey (Ford): em português antigo, o que era do rei.

Doblò (Fiat): teve origem em doblone, antiga moeda italiana que circulou no século XVI.

Ducato (Fiat): refere-se também a uma moeda, porém de ouro e cunhada na região de Veneza antes de se espalhar por outras regiões da Europa.

Elba (Fiat): nome de uma ilha que na Toscana, Itália.

Escort (Ford): acompanhante ou escolta, em inglês.

Eos (Volkswagen): deusa grega que personifica o amanhecer.

Fiesta (Ford): festa, em espanhol.

Fiorino (Fiat): é o nome da moeda usada na região da Toscana entre 1826 e 1859.

Focus (Ford): foco, em inglês.

Fox (Volkswagen): significa raposa em inglês.

Fusca (Volkswagen): o “V” em alemão tem som de “F”, o que criava a sonorização do nome Volks em Folks. O povo brasileiro, pela simpatia que tinha pelo Volkswagen, carinhosamente rebatizou o veículo para Volks e posteriormente para Fusca, que foi adotado oficialmente pela Volkswagen, a partir de 1983.

Gol (Volkswagen): a origem vem do Inglês goal, que significa objetivo, meta. Também tem relação com gol de futebol, mas essa relação demorou a ser oficializada pela VW, que só ocorreu com a geração 4.

Golf (Volkswagen): o nome faz alusão ao esporte golfe, que sugere esportividade associada ao requinte.

Ipanema (Chevrolet): do latim que sugere bom gênio, mas o nome do carro teve origem no famoso bairro carioca, uma homenagem ao fundador, o Barão de Ipanema.

Jetta (Volkswagen): esse nome foi gerado aleatoriamente por computador.

Kadett (Chevrolet): cadete, em alemão, que em português quer dizer filho de família nobre incorporado ao exército.

Kombi (Volkswagen): em alemão “Kombinationfahrzeug” quer dizer veículo combinado para carga e passageiro.

Ka (Ford): representa um dos elementos que, segundo os egípcios, formavam o ser humano. Ligado ao corpo de alguma forma, era uma individualidade ou personalidade.

Logus (Volkswagen): palavra de origem grega que significa ponto de equilíbrio, a harmonia e o ritmo que regem o universo.

Lupo (Volkswagen): lobo, em latim.

Marajó (Chevrolet): é uma ilha localiza ao norte do Brasil.

Marea (Fiat): em italiano, significa maré, o movimento periódico das águas do mar.

Maverick (Ford): trata-se de um touro selvagem que vive na América do Norte.

Mondeo (Ford): sua origem vem da palavra “monde”, que significa mundo em francês.

Monza (Chevrolet): uma homenagem ao circuito italiano de F1, que fica em uma comuna italiana da região da Lombardia, província de Milão.

Mustang (Ford): uma raça de cavalos selvagens da América do Norte.

Niva (Lada): vem do russo campo de trigo.

Oggi (Fiat): hoje, em italiano.

Omega (Chevrolet): a vigésima quarta e última letra do alfabeto grego.

Opala (Chevrolet): parece ser uma mistura de Opel com Impala, mas também é o nome de um mineral cuja cor tem grande destaque, chamado por opalino.

Palio (Fiat): nome dado a uma corrida de cavalos realizada na Idade Média durante as festas populares, cujo vencedor levava esse nome. A mais famosa se deu próximo a cidade de Siena, na Itália.

Parati (Volkswagen): cidade de veraneio localizada no Rio de Janeiro, de origem indígena que remete ao nome de um peixe.

Passat (Volkswagen): vento alísio que cruza a Europa de leste para oeste.

Pointer (Volkswagen): cão de caça dotado de faro aguçado e muito veloz.

Puma (Puma): animal felino.

Quantum (Volkswagen): palavra latina para definir volumes, uma determinada medida, quantidade indivisível da matéria em Física.

Ranger (Ford): patrulheiro em inglês.

Santana (Volkswagen): um vento da Califórnia, mas também uma contração do nome religioso de Santa Ana.

Saveiro (Volkswagen): tipo de embarcação de dois mastros usada para pesca e lazer.

Siena (Fiat): cidade Italiana onde se joga o palio.

Strada (Fiat): significa estrada em italiano, uma alusão a liberdade.

Tempra (Fiat): do italiano tempera, que remete a temperamento.

Tipo (Fiat): tipo, em italiano.

Touareg (Volkswagen): povo nômade do deserto cujas características são de resistência e versatilidade.

Uno (Fiat): “um”, em italiano. Foi o primeiro modelo de uma nova geração de carros da marca Fiat.

Variant (Volkswagen): remete a variação do aproveitamento e uso do espaço para carga e passageiro.

Vectra (Chevrolet): nome selecionado por um computador para obter palavras fictícias que lembrassem a palavra alemã “vector”.

Voyage (Volkswagen):
viagem, em francês.
E você vivou todo esse tempo sem saber disso ??? Tisc, tisc…

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Veja como tirar cheiros e manchas do interior do seu carro

Posted on 21/01/2009. Filed under: Curiosidades |

Maçãs ajudam a disfarçar cheiro de cigarro no automóvel.
Especialista mostra como remover manchas de mofo, sangue e sêmen.

Ricardo Lopes da Fonseca Especial para o G1

Cigarro deixa cheiro e manchas no interior do veículo (Foto: Globonews/Reprodução)

A coluna tira-dúvidas sobre manchas no carro rendeu perguntas dos internautas sobre como eliminar as manchas de vômito, mofo, cigarro, creme hidratante, sangue e até de sêmen. O cheiro também merece dicas especiais. Você sabia que a maçã pode ser usada para deixar seu veículo mais ‘cheiroso’? Confira abaixo:

Como é que se faz para tirar o cheiro horroroso de cigarro de dentro do carro?

Como é que se faz para tirar o cheiro horroroso de cigarro de dentro do carro?
- Márcio Nascimento Pinto
Se você é fumante, o recomendado é utilizar um neutralizador de odores dentro do automóvel constantemente. Mas, como não deve ser o seu caso, a solução é caseira: corte duas maçãs ao meio e coloque duas metades nos assentos dianteiros e duas no banco traseiro. Deixe por uma noite inteira dentro do carro. Com os vidros fechados por certo tempo as maças irão absorver o odor e ainda vão deixar um cheiro agradável.

Derramei um frasco de perfume no meu carro. Já tentei de tudo, lavagem, exposição do banco no sol mas o cheiro do perfume continua firme. Como faço para eliminar o cheiro que ficou impregnado?
- Ricardo

Como o cheiro já impregnou pelo interior do carro, o melhor é utilizar um neutralizador de odores ou mesmo aqueles “cheirinhos” para colocar dentro do automóvel. Outra solução caseira é utilizar duas maçãs cortadas ao meio. Coloque duas metades nos assentos dianteiros e duas no banco traseiro. O melhor seria fazer isso de noite. Com o carro fechado por certo tempo as maças irão absorver o odor. Também pode ser feito com um pedaço de abacaxi, mas tome cuidado para deixá-lo em cima de um plástico.

Socorri uma pessoa em meu carro e ficaram manchas de sangue. Como faço para tirá-las?
- Wagner

O sangue é uma das substâncias mais difíceis de remover, principalmente quando impregnando por certo tempo. Manchas de sangue seco podem ser muito difíceis de remover, mas uma solução possível é utilizar a seguinte receita: faça uma mistura com água morna, um pouco de detergente líquido e uma colher de amônia. Remova a mancha esfregando a área afetada levemente com uma escova. Se não estiver resolvendo, utilize uma espátula e raspe com cuidado. Evite deixar muito molhado, se ocorrer isso, seque com um pano absorvente. Continue esse processo até que toda a mancha seja removida. Depois, com um pano umedecido apenas com água, remova os resíduos de amônia e deixe secar bem.

O forro do teto do meu veículo também é carpete, como poderia limpar sa marcas de mãos sujas e cigarro?

- Dawidson

O forro de carpete geralmente é uma peça única que pode ser removida. Se estiver muito sujo, o recomendado é retirar e lavar com água e sabão, mas isso é melhor deixar para o tapeceiro fazer. Ele não vai estragar as borrachas de vedação das portas e vidros e também utiliza os produtos adequados. Se for pequenas sujeiras, você pode passar um limpador multi uso umedecido em um pano.

Como retiro mancha de creme hidratante do banco do carro?
- Nazareno
Esse tipo de mancha é a mesma que gordura, que pode ser de um lanche ou mesmo de um protetor solar. Para se livrar dessas manchas, aplique talco sobre a área afetada, deixe agir por alguns minutos e logo depois limpe com água quente e sabão neutro.

Minha sobrinha há mais ou menos um mês vomitou no banco do carro. Na época, retirei o excesso, mas a mancha ficou. Tem algum jeito de retirar essa mancha ou o jeito é mesmo lavar o banco inteiro?
- Lilia

Qualquer coisa que caia no banco do carro é preciso ser limpo o mais rápido possível. Neste caso, por já ter certo tempo, a melhor solução é a limpeza pesada mesmo. Se você for fazer isso em casa, lembre-se de não encharcar os bancos para não deformar a espuma e evitar que surjam bolor e fungos. O recomendado é levar em uma empresa especializada, que, em alguns casos, pode até lhe emprestar um banco enquanto o seu fica lavando.

Meu amigo sujou o banco do carro com graxa. Como faça pra removê-la?
- Janilson

É o caso da gordura, porém a graxa deve ter deixado algum excesso. Se for recente é possível retirar com aplicação de talco sobre a área afetada. Depois é só lavar com água quente e sabão neutro utilizando um pano. Se essa mancha for mais antiga, o certo é a lavagem, mesmo assim não deve sair tudo, principalmente se o banco manchado continuou sendo utilizado.

Eu e minha namorada sujamos o banco do Fusca do avô dela. Nossos fluidos estão por toda a parte como prova do amor (e do crime). Como remover as manchas?
- Nelson

Você pode indicar para o avô da moça que uma solução de vinagre branco com álcool resolve. Porém, vai depender do tempo que a sujeira ficou impregnada. Se fizer muito tempo, a única tentativa para resolver mesmo, é a lavagem, sendo que o ideal é levá-lo até uma empresa especializada.

Como faço para retirar manchas de mofo do banco?

- Anderson

Primeiro você deve lavar o banco que está com mofo. Lembre-se de não encharcá-lo para não deformar a espuma. Depois de limpo, deixe secar completamente antes de recolocá-lo no lugar. Talvez, por morar no litoral, você possa ter usado o carro com o corpo molhado do mar. Se isso ocorrer, o melhor é deixar o carro no sol e com os vidros e portas abertas. Se não for possível, seque o máximo que puder com secador de cabelos, sempre a certa distância, sem tocar no tecido.

Qual é a dica para cuidar de bancos de couro?

- Cleber de Jesus Lisboa

Além da limpeza freqüente, feita com pano úmido e sabão neutro, é recomendável aplicar um hidratante para evitar o ressecamento causado pelo calor e pelo sol. Pode ser hidratante para o corpo mesmo e o período ideal desse procedimento pode ser a cada seis meses. Não abuse do hidratante, pois pode deixar o banco engordurado e desse modo, escorregadio.

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Tire dúvidas sobre os tipos de motor de carro

Posted on 08/11/2008. Filed under: Curiosidades, Matérias |

Veículos são oferecidos com motores 1.0, 1.4, 1.8, entre outros.
Quanto maior o motor, mais caro fica o valor do automóvel.

Ricardo Lopes da Fonseca Especial para o G1

Ampliar Foto Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Motor do Fiat Palio (Foto: Divulgação)

Cada dia que passa os fabricantes de automóveis nos oferecem mais e mais opções para que a escolha de um carro seja adequada às nossas necessidades.

São inúmeras possibilidades para se configurar um carro. Temos um número sem fim de acessórios, versões de acabamento e também a opção de motorização. Sobre esse tema, escolhemos os principais tipos de motores para esclarecer os detalhes de cada um.

Afinal, um modelo de carro pode ser oferecido com motor 1.0, 1.4, 1.6 e até 1.8 litro. Quanto mais litros, mais caro fica o valor do automóvel. Na hora de escolher, é preciso levar em consideração o uso que se vai fazer do veículo.

Você pode participar enviando suas perguntas e dúvidas sobre carros. Clique aqui

Ampliar Foto Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Novo Gol é oferecido com motor 1.0, 1.6 e Power 1.6 (Foto: Divulgação)

Primeiramente vamos exemplificar a concepção dos motores, que podem ser dividas em quatro:
Motor Vertical
São conhecidos como motores em linha. Podem ter de dois a oito cilindros, mas os modelos mais empregados em automóveis são de quatro, cinco ou seis cilindros. Sua característica principal são os cilindros alinhados em único plano longitudinal. Devido a posição dos pistões (em pé), são chamados de verticais. A maioria dos carros utiliza essa configuração com quatro cilindros.

saiba mais


Motor em V
A característica principal desse motor é formar um V – visto de frente – em que os cilindros estão inclinados e colocados ao longo de dois planos concorrentes, formando um ângulo variável entre si. Pode ser V6, V8, V10, ou V12, sendo seis, oito, dez ou 12 cilindros. Os carros mais potentes utilizam essa concepção. O mais famoso deles é o V8, que equipou os Dodge e os Ford Maverick na década de 70. Dos carros atuais, o mais comum é o V6, que equipe desde modelos esportivos, picapes, utilitários esportivos até vans.
Motor em W
Essa versão segue o mesmo principio do motor em V, porém, com um plano a mais. Um exemplo de motor com essa concepção no mercado é o W 12, do Volkswagen Phaeton. Também temos o Bugatti Veyron com um W16.
Motor Boxer
O motor do tipo Boxer é conhecido também como motor deitado. Os cilindros ficam na horizontal. O modelo mais conhecido é o do Fusca, mas também equipa carros esportivos como Porsche e Subaru.
Entenda os tipos de válvula
Depois, dentro da estrutura do motor, temos a posição do comando de válvulas – peça responsável tanto por abrir e fechar as válvulas da entrada da mistura ar/combustível, como as válvulas de saída para os gases:
SOHC
Um motor do tipo SOHC (Single OverHead Cam) conta com apenas um comando de válvulas. O mais comum é a versão de quatro cilindros em linha com oito válvulas no cabeçote do motor – onde também está localizado o comando -, sendo quatro para a entrada da mistura ar/combustível e quatro para a saída dos gases, ou seja, uma de entrada e uma saída em cada cilindro. Também existe a versão com 16 válvulas, que passa a ser quatro válvulas por cilindro no caso de um motor de quatro cilindros.
DOHC
O motor com essa denominação DOHC (Double OverHead Cam) segue o mesmo princípio do SOHC, porém com dois comandos de válvulas no cabeçote. Normalmente é um motor com mais válvulas por cilindro, sendo o modelo mais comum o quatro cilindros em linha com 16 válvulas.
OHV
Esse motor, o OHV (OverHead Valve) funciona com o comando de válvulas dentro do motor e com as válvulas no cabeçote. O gerenciamento de abertura e fechamento se dá por meio de algumas varetas que ligam os sobressaltos do comando as válvulas.

Ampliar Foto Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Motor 3,6 litros V6 do utilitário esportivo Chevrolet Captiva (Foto: Divulgação)

1.0, 1.4, 1.8… Qual é a medida certa para cada carro?

Por último temos o tamanho do motor, medido através do seu volume cúbico, que é a capacidade total do motor somando-se o volume de todos os cilindros:
Abaixo de 1 litro
São motores extremamente pequenos e equipam apenas carros urbanos. Podem ter três ou quatro cilindros em linha. São mais comuns nos minicarros comercializados na Europa.
1,0 litro
De concepção em linha com quatro cilindros, esse é o motor que equipa os carros populares, geralmente as versões de entrada na linha de cada marca. São os modelos mais econômicos, porém com desempenho menor.
1,4 litro
Também com a mesma concepção: quatro cilindros em linha. Trata-se um motor que alia a economia de carro popular ao desempenho de um motor mais potente. É uma boa opção para agregar ar-condicionado e direção hidráulica sem comprometer demais o rendimento, como ocorre nos modelos de 1 litro.
1,6 litro
Versão de quatro cilindros em linha. Foi por muitos anos o modelo mais comercializado, porém devido as exigências de mercado, como consumo e emissões de poluentes, fez com que as fábricas investissem mais nos modelos de 1,4 litro. Alguns veículos médios, como Ford Focus, por exemplo, deixou o 1,8 litros de lado e passou a utilizar o 1,6 litro visando a economia de combustível.
1,8 litros
Atualmente é o tipo de motor que equipa os carros médios. Por muito tempo foi a versão esportiva dos carros pequenos, como por exemplo o Volkswagen Gol e Volkswagen Passat. Ideal para quem precisa fazer viagens de média e longa distância.
2.0 litros ou mais
A partir de 2 litros os motores podem sofrer as variações em concepção, passando a ser em v. Até 2,5 litros ainda são em linha, com quatro cilindros, a partir dessa capacidade cúbica passam a ser em v, com ao menos seis cilindros. É ideal para quem prefere mais potência e esportividade. Mas o consumo fica mais comprometido.

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Tire dúvidas sobre os tipos de motor de carro

Posted on 08/11/2008. Filed under: Curiosidades, Matérias |

Veículos são oferecidos com motores 1.0, 1.4, 1.8, entre outros.
Quanto maior o motor, mais caro fica o valor do automóvel.

Ricardo Lopes da Fonseca Especial para o G1

Ampliar Foto Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Motor do Fiat Palio (Foto: Divulgação)

Cada dia que passa os fabricantes de automóveis nos oferecem mais e mais opções para que a escolha de um carro seja adequada às nossas necessidades.

São inúmeras possibilidades para se configurar um carro. Temos um número sem fim de acessórios, versões de acabamento e também a opção de motorização. Sobre esse tema, escolhemos os principais tipos de motores para esclarecer os detalhes de cada um.

Afinal, um modelo de carro pode ser oferecido com motor 1.0, 1.4, 1.6 e até 1.8 litro. Quanto mais litros, mais caro fica o valor do automóvel. Na hora de escolher, é preciso levar em consideração o uso que se vai fazer do veículo.

Você pode participar enviando suas perguntas e dúvidas sobre carros. Clique aqui

Ampliar Foto Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Novo Gol é oferecido com motor 1.0, 1.6 e Power 1.6 (Foto: Divulgação)

Primeiramente vamos exemplificar a concepção dos motores, que podem ser dividas em quatro:
Motor Vertical
São conhecidos como motores em linha. Podem ter de dois a oito cilindros, mas os modelos mais empregados em automóveis são de quatro, cinco ou seis cilindros. Sua característica principal são os cilindros alinhados em único plano longitudinal. Devido a posição dos pistões (em pé), são chamados de verticais. A maioria dos carros utiliza essa configuração com quatro cilindros.

saiba mais


Motor em V
A característica principal desse motor é formar um V – visto de frente – em que os cilindros estão inclinados e colocados ao longo de dois planos concorrentes, formando um ângulo variável entre si. Pode ser V6, V8, V10, ou V12, sendo seis, oito, dez ou 12 cilindros. Os carros mais potentes utilizam essa concepção. O mais famoso deles é o V8, que equipou os Dodge e os Ford Maverick na década de 70. Dos carros atuais, o mais comum é o V6, que equipe desde modelos esportivos, picapes, utilitários esportivos até vans.
Motor em W
Essa versão segue o mesmo principio do motor em V, porém, com um plano a mais. Um exemplo de motor com essa concepção no mercado é o W 12, do Volkswagen Phaeton. Também temos o Bugatti Veyron com um W16.
Motor Boxer
O motor do tipo Boxer é conhecido também como motor deitado. Os cilindros ficam na horizontal. O modelo mais conhecido é o do Fusca, mas também equipa carros esportivos como Porsche e Subaru.
Entenda os tipos de válvula
Depois, dentro da estrutura do motor, temos a posição do comando de válvulas – peça responsável tanto por abrir e fechar as válvulas da entrada da mistura ar/combustível, como as válvulas de saída para os gases:
SOHC
Um motor do tipo SOHC (Single OverHead Cam) conta com apenas um comando de válvulas. O mais comum é a versão de quatro cilindros em linha com oito válvulas no cabeçote do motor – onde também está localizado o comando -, sendo quatro para a entrada da mistura ar/combustível e quatro para a saída dos gases, ou seja, uma de entrada e uma saída em cada cilindro. Também existe a versão com 16 válvulas, que passa a ser quatro válvulas por cilindro no caso de um motor de quatro cilindros.
DOHC
O motor com essa denominação DOHC (Double OverHead Cam) segue o mesmo princípio do SOHC, porém com dois comandos de válvulas no cabeçote. Normalmente é um motor com mais válvulas por cilindro, sendo o modelo mais comum o quatro cilindros em linha com 16 válvulas.
OHV
Esse motor, o OHV (OverHead Valve) funciona com o comando de válvulas dentro do motor e com as válvulas no cabeçote. O gerenciamento de abertura e fechamento se dá por meio de algumas varetas que ligam os sobressaltos do comando as válvulas.

Ampliar Foto Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Motor 3,6 litros V6 do utilitário esportivo Chevrolet Captiva (Foto: Divulgação)

1.0, 1.4, 1.8… Qual é a medida certa para cada carro?

Por último temos o tamanho do motor, medido através do seu volume cúbico, que é a capacidade total do motor somando-se o volume de todos os cilindros:
Abaixo de 1 litro
São motores extremamente pequenos e equipam apenas carros urbanos. Podem ter três ou quatro cilindros em linha. São mais comuns nos minicarros comercializados na Europa.
1,0 litro
De concepção em linha com quatro cilindros, esse é o motor que equipa os carros populares, geralmente as versões de entrada na linha de cada marca. São os modelos mais econômicos, porém com desempenho menor.
1,4 litro
Também com a mesma concepção: quatro cilindros em linha. Trata-se um motor que alia a economia de carro popular ao desempenho de um motor mais potente. É uma boa opção para agregar ar-condicionado e direção hidráulica sem comprometer demais o rendimento, como ocorre nos modelos de 1 litro.
1,6 litro
Versão de quatro cilindros em linha. Foi por muitos anos o modelo mais comercializado, porém devido as exigências de mercado, como consumo e emissões de poluentes, fez com que as fábricas investissem mais nos modelos de 1,4 litro. Alguns veículos médios, como Ford Focus, por exemplo, deixou o 1,8 litros de lado e passou a utilizar o 1,6 litro visando a economia de combustível.
1,8 litros
Atualmente é o tipo de motor que equipa os carros médios. Por muito tempo foi a versão esportiva dos carros pequenos, como por exemplo o Volkswagen Gol e Volkswagen Passat. Ideal para quem precisa fazer viagens de média e longa distância.
2.0 litros ou mais
A partir de 2 litros os motores podem sofrer as variações em concepção, passando a ser em v. Até 2,5 litros ainda são em linha, com quatro cilindros, a partir dessa capacidade cúbica passam a ser em v, com ao menos seis cilindros. É ideal para quem prefere mais potência e esportividade. Mas o consumo fica mais comprometido.

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Tire dúvidas sobre as peças dos carros

Posted on 08/11/2008. Filed under: Curiosidades, Matérias |

Você para que serve o cânister? E a bronzina?
Especialista explica o significado de nomes curiosos das peças dos carros.

Ricardo Lopes da Fonseca Especial para o G1

A cena é invariavelmente a mesma: o motorista leva o carro até uma oficina e alguns minutos depois o mecânico apresenta uma lista com diversos nomes que confundem a cabeça. Não faz mal, ninguém precisa saber tudo, mas um ou outro item é interessante ter uma idéia do que é e como funciona. Abaixo montamos uma lista com os nomes mais comuns e também muito curiosos.
Abafador
É o silenciador de ruídos que geralmente fica na parte inferior e mais extrema do carro, o último elemento no cano de escapamento. Ele é o complemento do sistema de exaustão, um auxiliar do silenciador principal.
Alternador
Trata-se de um componente elétrico que por meio de uma correia ganha movimento e produz energia elétrica para carregar a bateria e alimentar o sistema elétrico do automóvel. A geração dessa energia é de forma alternada, por isso o nome. Depois a energia passa a ser contínua quando é retificada pelos diodos.
Foto: Divulgação

Ânodo
O eletrodo com carga positiva da bateria.

Biela
É uma peça em aço forjado que fica na parte interna do motor. Sua função é unir o pistão e o virabrequim. Permite a transformação do movimento alternado do pistão (sobe e desce) em movimento de rotação do eixo.
Bitola
Significa a distância entres as extremidades de um mesmo eixo no ponto de contato com o solo.

Bobina
É o componente da ignição que origina a corrente de alta tensão enviada a vela de ignição que gera a faísca para a combustão.

Ampliar Foto  Foto: Divulgação

Bronzina (Foto: Divulgação)

Bronzina
Sua função é proteger e também dar mais vida útil aos elementos móveis no motor, como por exemplo, o virabrequim. Também é conhecida por casquilho.
Foto: Divulgação

Cabeçote
Parte superior que fecha o motor. Aloja as válvulas de admissão e descarga, além da câmara de combustão. É repleto de dutos para circulação de água com a finalidade de refrigerar o motor.

saiba mais


Câmber
É um termo em inglês que indica o ângulo de inclinação da roda. Sua medida compreende a linha vertical e o plano mediano da roda visto de frente e com a direção alinhada. A medida é positiva quando as rodas têm a parte superior inclinadas para fora e negativa quando a parte inferior estiver para fora. Cada veículo pode ter uma medida diferente, sempre padronizada pelo fabricante.
Cânister
Um recipiente com carvão vegetal ativo cuja finalidade é absorver os hidrocarbonetos emitidos pelo respiradouro do tanque de combustível. Com o motor acionado esses vapores podem ser direcionados para o sistema de alimentação e em conseqüência serem queimados na combustão.
Cárter
Nada mais é que o reservatório de óleo do motor. É fixado ao bloco do motor.
Chicote
É o conjunto de fios e cabos elétricos do carro. Esses cabos alimentam o motor de corrente elétrica e ligam todos os componentes a bateria.
Distribuidor
Não é um concessionário, nesse caso trata-se de um componente do sistema de ignição encarregado de distribuir a corrente elétrica de alta tensão que é produzida pela bobina para as velas.
Intercooler
Oriundo do inglês significa inter-resfriador e nada mais é que um componente cuja aparência lembra um radiador e tem a função de esfriar o ar aquecido que sai do compressor ou turbocompressor antes de entrar no motor. O objetivo é tornar o ar mais denso para ser admitido mais combustível nos cilindros e em conseqüência aumentar o torque e a potencia do motor.
Prisioneiro
Não é nenhum fora da lei. Essa peça é assim chamada por ser um elemento de fixação que fica permanentemente rosqueada “presa” em uma das partes, sendo a outra parte fixada por uma porca. Um bom exemplo são as porcas de roda, que rosqueiam em prisioneiros.
Satélite
É uma pequena dupla de engrenagens cônicas que ficam no diferencial.
Vigia
Um tipo de vidro lateral, geralmente fixo e que fica após a porta traseira, compondo o que seria uma terceira janela lateral.

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Indicação de Revisão do Novo Palio

Posted on 19/10/2008. Filed under: Curiosidades, Eletrica, Painéis |

Nessa edição falaremos sobre o comportamento das lâmpadas indicadoras de revisão e troca de óleo do Novo Pálio (2004 em diante).

- O novo Fiat Palio (2004 em diante) vem equipado com uma Lâmpada indicadora de revisão;
- Essa lâmpada está programada para indicar a necessidade de revisão (por quilometragem percorrida) e de troca de óleo (por tempo decorrido).

Indicação da Necessidade de Revisão:
- A revisão está programada para cada 15.000 km, até um máximo de 135.000 km. Portanto são 9 revisões programadas (15.000 km, 30.000 km, 45.000 km…até 135.000 km);
- A lâmpada irá sinalizar a necessidade de revisão pela primeira vez, quando faltarem 2.000 km para completar 15.000 km rodados desde a ultima revisão. A partir daí será ativada uma vez a cada 200 km. Também ocorrerá o acionamento da lâmpada quando faltarem 100 km, 50 km e 0 km para a revisão;
- Caso a revisão não seja efetuada, a mensagem será ativada ainda mais cinco vezes, uma vez a cada 200 km (figura 1);

Indicação de Troca de Óleo:
- A troca de óleo está programa para ser anual, ou seja, a cada 365 dias;
- Quando faltarem 30 dias para completar os 365 dias desde a última troca de óleo, a lâmpada será ativada pela primeira vez. A partir daí será ativada a cada três dias. Também ocorrerá o acionamento da lâmpada quando faltarem 2 dias, 1 dia e 0 dia para a troca de óleo;
- Caso a troca de óleo não seja efetuada, a lâmpada será ativada ainda mais 10 vezes, uma vez a cada 3 dias (figura 2).

Observação:
- Cada vez que a lâmpada indicadora de revisão é ativada, ela pisca com uma freqüência de 2 Hertz por aproximadamente 5 segundos. Isso acontece quando se vira a chave da posição STOP para a posição MAR;
- O reset do contador de tempo e quilometragem do quadro de instrumentos só é possível com equipamento de diagnóstico (scanner) adequado.

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Tire dúvidas sobre as siglas da mecânica dos carros

Posted on 19/10/2008. Filed under: Curiosidades, Matérias |

Você sabe o que quer dizer SUV, OHC e 4WD?
Veja o significado de cada sigla e envie sua pergunta.

Você já deve ter ouvido falar em veículos SUV, câmbio CVT e freios ABS. Mas sabe o que significam estas e outras siglas? Quando o assunto é carro, os engenheiros vivem criando nomes para os novos dispositivos que surgem a cada lançamento no setor automotivo. Invariavelmente as siglas têm origem em expressões vindas do inglês, o que para os brasileiros nem sempre fica tão fácil de compreender do que se trata. Assim, elaboramos uma lista com algumas das mais citadas, principalmente para você que busca trocar de carro ou mesmo fazer reparos no veiculo atual fique por dentro.

Foto: Divulgação

Siglas fazem parte da mecânica dos automóveis (Foto: Divulgação)

ABS
Vem do inglês “Anti-lock Braking System” e quer dizer sistema de freio antitravamento. Por meio de sensores instalados nas rodas a informação sobre uma frenagem brusca é encaminhada a uma central eletrônica, que determina a soltura do freio seletivamente. Esse movimento permite a roda girar sem travar. O ciclo de aplicação e desaplicação se alterna e pode se repetir muitas vezes por segundo.

AFU
O nome se refere às iniciais de “Assistance au Freinage d’Urgence”, o que quer dizer assistência a frenagem de emergência. Oriundo do francês, esse termo é aplicado em equipamento dos carros do grupo PSA Peugeot Citroen. Sua finalidade é acentuar a aplicação dos freios nas freadas fortes.

ARI
Trata-se de um sistema que fornece informações via rádio. Vem do inglês “Automatic Radio Information”. O objetivo é informar motoristas sobre condições de estradas, desvios, congestionamentos, etc. Existe um modelo similar proveniente da Alemanha com o nome de RDS “Radio Data System”.

BAS
São as iniciais de “Brake Assist” em inglês. Significa sistema de assistência de frenagem e é muito utilizado nos carros Mercedes-Benz. Esse dispositivo consiste em uma aplicação adicional de força no cilindro mestre dos freios quando em situação de emergência. Com esse equipamento os carros da marca alemã conseguiram reduzir a distância percorrida ao ser acionado os freios.

CFC
É uma representação de clorofluorcarbono, o nome químico dado ao gás usado nos condicionadores de ar dos veículos no passado. O nome correto é Freon-12, mas esse gás foi eliminado dos sistemas de automóveis e também em residências e refrigeradores devido aos danos que provoca na camada de ozônio. O gás que o substituiu é o Freon R134a. 

CVT
Abreviação de “Continuously Variable Transmission” em inglês, significa câmbio continuamente variável. É um tipo de transmissão em que as relações de marcha variam continuamente, bem diferente dos tradicionais com marchas fixas. A variação ocorre por meio de polias ligadas por uma correia especial e controladas eletronicamente.

DIN
A sigla consiste na representação de “Deutsche Institut fur Normung” em alemão, que traduzindo significa Instituto Alemão de Normatização. Uma das normas mais conhecidas é a de potência dos motores, que é obtida no dinamômetro.

DOHC
Sigla proveniente da expressão “Double Overhead Camshaft”, que em português quer dizer duplo comando de válvulas no cabeçote do motor.

EBD
São as iniciais de “Eletronic Brake Force Distribuition” em inglês. Nada mais é que distribuição eletrônica da força de frenagem. Trata-se de um sistema de controle da força da frenagem nos eixos dianteiro e traseiro. É utilizado como auxiliar complementar do ABS para proporcionar melhor distribuição das forças empregadas na franagem.

ECM
Significa módulo eletrônico de controle, que vem das iniciais de “Eletronic Control Module”. É muito utilizado para denominar o módulo que gerencia a injeção e a ignição dos motores.

ECU
Em si é o mesmo que ECM, mas vem do inglês “Eletronic Control Unit”, ou seja unidade eletrônica de controle.

EDC
Serve para representar as iniciais de “Eletronic Desaceleration Control”. Em português é controle eletrônico de desaceleração. É um sistema utilizado pela BMW para evitar o fechamento abrupto do acelerador, o que evita o efeito frenante nas rodas traseiras quando essas são motrizes, o que é capaz de provocar derrapagens.

EFI
Vem do inglês “Eletronic Fuel Injection”, traduzindo fica injeção eletrônica de combustível. Normalmente é associada ao tipo de injeção monoponto e é uma nomenclatura utilizada pela General Motors.

EGR
Significa “Exhaust Gas Recirculation” em inglês e ao passar para o português temos recirculação dos gases do escapamento. Esse dispositivo tem a finalidade de reconduzir uma parcela dos gases de escapamento ao coletor de admissão, que os coloca novamente no motor a fim de reduzir a emissão de poluentes.

ESP
Essa é uma marca registrada pela Daimler Chrysler e tem a função de reconduzir o automóvel a trajetória original em caso de desestabilização, seja ela no eixo traseiro ou dianteiro. A sigla vem do inglês “Eletronic Stability Program”, ou programa eletrônico de estabilidade.

FWD
Serve para designar carros de tração dianteira e provem do inglês “Front-Wheel Drive”.

HUD
Trata-se de um mostrador projetado no vidro, um dispositivo eletrônico que veio da aviação. Por meio desse equipamento é possível fazer a leitura de um instrumento apenas olhando o pára-brisa na linha de visão do motorista. Pode ser o velocímetro ou conta giros. O termo vem do inglês “Head-up Display”.

OHC
Sigla para determinar um tipo de motor cujo comando de válvulas fica posicionado no cabeçote. Sua origem vem do inglês “Overhead Camshaft”.

OHV
Vem do inglês “Overhead Valves”, um tipo de motor que conta com válvulas de admissão e exaustão no cabeçote.

PDC
As iniciais representam “Parking Distance Control”, que significa controle de distância ao estacionar. É um dispositivo conhecido por sensor de estacionamento que ajuda o motorista, através de sinais sonoros, a ter mais noção da distância de objetos durante as mais variadas manobras.

RDS
É um sistema de informações via rádio. Vem do inglês “Radio Data System” e teve seu início na Alemanha com a finalidade de informar o motorista sobre condições de estradas, congestionamentos, etc. Alguns modelos também dispõe deste dispositivo em carros no Brasil.

RWD
Significa “Rear-Wheel Drive”, que nada mais é a representação de carro com tração traseira.

SOHC
Vem da sigla “Single Overhead Camshaft”, que representa o tipo de motor com apenas um comando de válvulas no cabeçote.

SUV
É a nomenclatura que designa os veículos utilitários esportivos. Provém do Inglês “Sport Utility Vehicle”

4WD
É o termo que define o carro com tração nas quatro rodas. Vem do inglês “Four-Wheel Drive”.

4WIS
O inglês “Four-Wheel independent Suspension” representa o tipo de suspensão independente nas quatro rodas. No Brasil ficou muito conhecido por ser um termo empregado pela marca Gurgel para confundir os motoristas. Muitos achavam que o termo seria uma representação de tração nas quatro rodas, mas na verdade a Gurgel nunca teve um carro com tração 4X4. Esse termo nunca foi utilizado por outra marca.

Ricardo Lopes da Fonseca Especial para o G1

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Sistema dos motores ‘Power’ da VW

Posted on 10/06/2008. Filed under: Curiosidades, Dica Técnica, Eletrica, Injeção Eletrônica, Manutenção, Matérias |

Conheça os detalhes e os diferenciais do sistema de injeção eletrônica que equipam os motores EA 111, responsável por impulsionar as linhas 1.0 e 1.6 litro da Volkswagen.

Velho conhecido dos reparadores em todo o Brasil, o motor Volkswagen EA 111, ou Power – como é chamado popularmente – passou por várias evoluções até chegar nos modelos atuais, cheios de recursos tecnológicos e sistema de injeção eletrônica bicombustível. É uma grande família de motores, que nasceu com o 1.0 litro, mas a partir de 2001 passou a oferecer motorizações de 1.6 l, e em 2005, o 1.4 l desenvolvido para a Kombi. (Confira na edição 153 a desmontagem e dicas de manutenção desse motor na versão 1.6l).

Para acompanhar as evoluções desse motor, o sistema de injeção eletrônica também sofreu aprimoramentos. Desenvolvido pela Magneti Marelli, o sistema utilizado é de quarta (VI) geração e recebe as nomenclaturas 4LV e 4SV. Entre os motores que equipa estão os de motorização 1.0 l, de 8 V e 16 V e os de 1.6 l, presentes nos veículos das linhas Fox, Gol, Parati , Golf e Pólo, tanto nas versões gasolina quanto Totalflex.

A diferença entre os dois sistemas, na verdade, é apenas o tamanho do módulo, ou seja, a tecnologia eletrônica empregada na produção do circuito impresso da unidade e de novos hardwares. O gerenciamento 4LV foi usado nas linhas produzidas até o ano de 2002 de motores 1.0 l 8 V e continua equipando os conjuntos de 1000 cilindradas de 16 V, enquanto o sistema 4SV passou por uma adequação e está acoplado nos modelos 1.0 l 8 V.

Além disso, um novo sensor combinado, que mede a pressão no coletor e a temperatura do ar, vem sendo utilizado desde 2003. É necessário prestar atenção numa eventual troca desse sensor, pois apesar dos conectores do chicote serem compatíveis, os sensores não têm compatibilidade entre os sistemas e não permitem a instalação incorreta.

Acelerador eletrônico E-GAS

Uma das principais características desse sistema é o acelerador eletrônico (Drive by Wire) do tipo E-GAS, que dispensa a utilização de cabos mecânicos. Entre as vantagens desse componente estão a otimização do torque, economia de combustível e redução do nível de emissões; o que resulta em maior durabilidade do motor.

"No acelerador com cabo, o condutor costuma pisar forte no pedal para obter um ganho rápido de torque com o motor frio ou quente, o que provoca o aumento dos níveis de emissões, maior consumo de combustível e desgastes no motor", explica Melsi Maran, instrutor do SENAI-Ipiranga do módulo Volkswagen.

"O programa do acelerador eletrônico não permite que isso aconteça, pois comanda automaticamente a abertura da borboleta de aceleração em função das condições de trabalho do motor e de valores pré-estabelecidos pela engenharia, instalados no programa do módulo de injeção, proporcionando uma otimização do torque e de potência, além da redução de emissões de poluentes e, em conseqüência, maior vida útil para o motor", conclui.

Para garantir a eficiência do sistema, ou seja, controlar a abertura e fechamento da borboleta e a desaceleração do motor, o sistema do acelerador eletrônico E-GAS trabalha com dois potenciômetros acoplados no pedal de aceleração e dois interruptores acoplados nos pedais do freio e da embreagem, que comunicam ao módulo quando precisa diminuir a rotação, fazer o corte de combustível ou parar de acelerar.

No painel, a luz indicativa EPC (Engine Power Control) acende ao ligar a ignição e se apaga após a partida. Quando essa luz se mantém acesa indica que o conjunto do acelerador eletrônico (pedal de aceleração, interruptores do pedal de embreagem e freio,chicote, módulo de injeção e corpo de borboleta) apresenta problemas elétricos ou eletrônicos.

"A Volkswagen não utiliza lâmpada indicadora de defeitos no sistema de injeção como um todo, devido a existência de estratégias avançadas de correções de problemas no programa do módulo de injeção, garantindo maior tranqüilidade e segurança ao condutor e passageiros", explica Melsi.

De acordo com o instrutor, avarias podem ocorrer nos sensores localizados nos pedais do acelerador, do freio e da embreagem; no servo motor da borboleta e nos sensores de posição da borboleta. "Em casos de gravidade, o sistema entra em modo de segurança e assume condição de emergência, na qual o módulo desliga o corpo de borboleta, mantendo apenas uma abertura mecânica, que desenvolva 1.800 rpm, para permitir que o motorista leve o carro até um posto de atendimento", comenta.

Outra condição em que a luz acende é a perda de alimentação do sistema por um longo período de tempo e, nesse caso, quando o técnico trocar ou recarregar a bateria, o programa será reiniciado, como um computador, ou seja, vai fazer um novo reconhecimento do sistema. Para isso, é preciso ligar a chave de ignição e aguardar 30 segundos antes de dar a partida, para que o programa faça o reconhecimento do sistema e as adaptações, para que em seguida possa fazer registro desses dados.

Vale lembrar que o acelerador eletrônico trabalha com dois sensores de posição de pedal do tipo potenciômetros, assim se um falhar o outro assume o controle. Sua função é informar ao módulo a posição angular do acelerador, que determina a velocidade e a força na qual o pedal é acionado. A unidade de comando, então, realiza os cálculos, juntamente com os outros parâmetros disponíveis, para comandar a abertura da borboleta.


Manutenção e reparos

A manutenção preventiva do sistema é a convencional, recomendada no manual do fabricante do veículo, e inclui a troca de filtros, velas, cabos e a utilização de gasolina de boa procedência. A limpeza de bicos injetores, por exemplo, deve ser feita apenas se o veículo apresentar problemas de entupimento e obstrução. Por isso, é necessário checar o sistema a cada 20 mil km e nas trocas dos filtros de combustível/flex.

Um dos principais sintomas que indica defeitos no sistema é a perda de aceleração, que pode ser acarretada por formação de borra no corpo de borboleta, que provoca oscilações de aceleração, principalmente, na marcha lenta. Nesse caso é necessário efetuar uma limpeza, aplicando o solvente com cuidado, utilizando um pincel ou spray, sem jamais mergulhar a peça na emulsão. Para remover a peça do motor, solte e retire os parafusos e o conector elétrico.

"É muito difícil ter que trocar o módulo, pois é muito resistente a picos de tensão. Se esse procedimento for necessário, em alguns módulos será preciso telecarregar a unidade, codificar o sistema imobilizador e realizar o ajuste básico do corpo de borboleta.

"Vale lembrar também que ao trocar qualquer componente do sistema é necessário fazer o ajuste com o auxílio de um scanner", destaca Melsi.


Particularidades do sistema

Além do sistema E-GAS de acelerador eletrônico, a IV geração de injeção da Marelli apresenta outras particularidades, como ignição estática, sem distribuidor; bobina dupla com estágio de potência incorporado; e regulador de pressão e retorno de combustível acoplados na bomba de combustível ou no filtro, o que elimina o tubo de retorno de combustível, que vai até o motor, proporcionando mais segurança e economia de material.

Mais um detalhe é o sensor de rotação, que nesse motor está localizado na flange do vedador traseiro do virabrequim e trabalha juntamente com o sensor de fases do comando de válvulas. "Diferente do que acontecia nos motores antigos, esse sensor de rotação indica ao módulo qual o PMS (Ponto Morto Superior) de cada pistão, enquanto o sensor de fase indica a posição de cada pistão, para fazer a correção de detonação por cada cilindro e a injeção seqüencial, no momento da abertura da válvula de admissão, reduzindo o nível de emissões", diz.

Além disso, o sensor de rotação atual (hall) trabalha em conjunto com o anel de impulso magnético (que substitui o metálico) para gerar sinais digitais. Em uma eventual troca do anel de impulsos ou do vedador de óleo, o técnico deve afastar a caixa de transmissão, remover a embreagem e o volante para então, retirar o vedador e o anel e para instalar, utilize a ferramenta especial (desenvolvida com apoio do instrutor Melsi ) que encaixada no anel, só dispõe de uma posição correta para fixar o anel no virabrequim, e para trocar o sensor de rotação basta soltar um parafuso através de um orifício na traseira do bloco do motor.

O instrutor conta ainda que se o sensor de fase queimar, o motor continua funcionando, porém se o sensor de rotação apresentar problemas, o motor não vai pegar. Para remover o sensor de fase do cabeçote do motor, retire os parafusos e o conector.

É importantíssimo lembrar que o corpo de borboleta só é substituído se tiver queimado e a peça é trocada inteira, pois é lacrada e não permite remanufatura, recondicionamento ou reparo.

Onde estão os sensores:


Sensor de rotação do motor

Módulo de comando eletrônico


Sensor de fase

Relés da bomba e injeção


Sensor de pressão do coletor e temperatura do ar

Tubo distribuidor de combustível com as válvulas injetoras


Conector do sensor de rotação

Bobina de ignição com estágio de potência incorporado.


Sensor de temperatura da água

Sensor de velocidade


Sensor de oxigênio (sonda lambda)

Bomba de combustível

Unidade de comando nos sistemas Magneti Marelli 4LV e 4SV (J537)

O sistema é utilizado nos Gol e Parati equipados com os motores EA 111 de 8 ou 16 válvulas, e no novo Polo com motor 1.0 de 16 válvulas. A unidade é ligada ao veículo por dois conectores, um com 81 pinos e outro com 39. O conector de 81 pinos recebe os fios que pertencem ao chicote que atende o veículo, enquanto o de 39 vias, recebe o chicote do compartimento do motor.

Conector A
1 – Massa da unidade de comando e sensores 1
2 – Massa da unidade de comando e sensores 2
3 – Alimentação da unidade de comando – linha 30
4 – Alimentação da unidade de comando – linha 15
24 – Massa do relé do eletroventilador 2ª velocidade
30 – Liga/desliga do pressostado do ar-condicionado (F129)
32 – Massa
33 – Massa do potenciômetro G185 do sensor do pedal do acelerador
34 – Sinal do potenciômetro G185 do pedal do acelerador
35 – Sinal do potenciômetro G79 do pedal do acelerador
36 – Massa do potenciômetro G79 do pedaldo acelerador
37 – Sinal de rotação do motor para o instrumento combinado (conta-giros)
39 – Sinal do interruptor do pedal da embreagem (linha 15)
40 – Sinal do interruptor do ar-condicionado
41 – Sinal do termostato do ar-condicionado
43 – Linha serial do imobilizador (J362) e conector de diagnóstico
47 – Massa do relé do eletroventilador (1ª velocidade)
48 – Lâmpada EPC K132 do painel
50 – Massa dos sensores
53 – Positivo de 5V de referência
54 – Sinal do sensor do velocímetro
55 – Sinal do interruptor do pedal de freio (linha 15)
56 – Sinal de acionamento das lâmpadas de freio
63 – (-) 12V para o aquecimento da sonda lambda
64 – Comando da válvula do canister (N80) (limpeza do filtro de carvão ativado)
65 – Comando do relé da bomba de combustível (J17)
68 – Massa da sonda lambda (G39)
69 – Sinal da sonda lambda (G39)
72 – 5V do sensor do pedal do acelerador (G185)
73 – 5V do sensor do pedal do acelerador (G79)

Conector B
82 – Sinal do sensor de rotação (G28)
83 – 5V para os sensores de posição da borboleta (G187 e G188)
84 – Sinal do sensor de posição da borboleta (G188)
85 – Sinal do sensor da temperatura do ar (G42)
86 – Sinal do sensor de fase (G40)
87 – 5V do sensor de rotação (G28)
88 – Comando da válvula injetora 3
89 – Comando da válvula injetora 4
91 – Massa dos potenciômetros do sensor da posição da borboleta (G187 e G188)
92 – Sinal do sensor de posição da borboleta (G187)
93 – Sinal do sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (G2)
96 – Comando da válvula injetora 1
97 – Comando da válvula injetora 2
98 – 5V sensores de pressão (G71) e de fase (G40)
99 – Massa do sensor de detonação
102 – Comando da bobina 2
103 – Comando da bobina 1
106 – Sinal do sensor de detonação
108 – Massa dos sensores
109 – Sinal de pressão absoluta (G71)
116 – Comando do relé da plena potência para o ar-condicionado
117 – Comando (+) do servomotor da borboleta
118 – Comando (-) do servomotor da borboleta

Carolina Vilanova]

fonte:www.omecanico.com.br

Ler Post Completo | Make a Comment ( 2 so far )

Receita para fazer "pretinho" pros pneus

Posted on 27/05/2008. Filed under: Curiosidades, Dica Técnica, Pneu |

A receita é simples. Para fabricar 1 litro de pretinho:

- 500 Ml de Glicerina (Glicerina se compra em qualquer farmácia)

- 250 Ml de Água (só para engrossar a mistura)

- 250 Ml de Álcool (álcool comum, usado em casa, serve para diluir a glicerina)

Misture tudo, aplique no pneu usando um pincel ou uma esponja. Sempre antes de usar, chacoalhe bem. O resultado fica ótimo, o pneu parece novo e brilhante, fica melhor que qualquer tipo de pretinho que o pessoal usa por aí. Pode ser usado também para deixar os tapetes de borracha do carro bem pretos.

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Tipos de Reformas de Pneus

Posted on 19/05/2008. Filed under: Curiosidades, Dica Técnica, Pneu |

Tipos de reformas de pneus
Recapagem

Consiste em aplicar uma nova camada de borracha apenas na banda de rodagem. É comum para pneus de carga, cujo projeto prevê a reutilização.

Recauchutagem

Substitui a parte que vai da banda de
rodagem até os ombros.

Remoldagem

Toda a estrutura entre os talões é coberta com uma nova camada de borracha.

Pneus

Encontre o pneu certo

Encontre o pneu apropriado para seu carro

Dicas para aumentar a vida útil dos pneus
  • Calibrar os pneus toda semana
  • Não ultrapassar a capacidade de carga do veículo
  • Revisar o veículo periodicamente
  • Dirigir com calma, sem arrancadas ou frenagens bruscas
  • Evitar buracos
  • fonte:www.carrosnaweb.com.br

    Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

    « Entradas Anteriores

    Liked it here?
    Why not try sites on the blogroll...

    Seguir

    Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.